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CORRIDA CONTRA O FORO DE SAO PAULO

CORRIDA CONTRA O FORO DE SAO PAULO
JUIZ SERGIO MORO, NOSSO ORGULHO!

18 de fev de 2017

OUCAM E AVALIEM MAIS ESSE CRIME DE LULA


Áudio da IstoÉ: Lula, assassinato e mala de dinheiro da Camargo Corrêa

O áudio acaba de ser divulgado no Twitter de Sergio Pardellas, redator-chefe da revista IstoÉ. A reportagem completa virá na próxima edição da revista:


Áudio da IstoÉ: Lula, assassinato e mala de dinheiro da Camargo Corrêa.
Divulgado por Sergio Pardellas, redator-chefe da revista, como prévia da próxima edição:


Prévia da ISTOÉ desta semana: Sócio de acionista da Camargo fala sobre mala de dinheiro para Lula e até assassinato.

https://youtu.be/we0XZfBuxfc

https://www.facebook.com/Reaconaria/videos/1962142017144663/

15 de fev de 2017

A FARSA DE LULA NO ESTATUTO DO DESARMAMENTO


https://youtu.be/i5j-GxWXLL0?list=PL4fQwwgA67zJXDhrCZQ361d1ebnILJAu5

Otima explanacao do deputado Onix Lorenzzoni, voce deve assistir para ficar ciente do que Lula pretendia ao recolher todas as armas do cidadao, mas nenhuma arma dos bandidos.


LULA INDICIADO NA 6a DENUNCIA DA LAVA-JATO



O ex-presidente Lula deve se tornar alvo da 6a denúncia criminal por parte do Ministério Público Federal do Paraná, no âmbito da Operação Lava Jato, nos próximos dias. Uma intrincada teia desvendada pelas investigações deve envolver o petista de forma irresistível em mais um processo em que se tornará réu pela sexta vez.
Trata-se do inquérito envolvendo o práticas criminosas do petista envolvendo o sítio em Atibaia. Várias frentes de investigações convergem para a propriedade utilizada pelo ex-presidente, logo que deixou a presidência da República em 2010.
Lula é suspeito de ter adquirido a propriedade através de laranjas e de ter recebido propina de empreiteiras de forma dissimulada, através das obras de ampliação e reforma do sítio.
No caso das benfeitorias, dois delatores já confirmaram que as mesmas foram feitas como forma de repasse de propina ao ex-presidente. Marcelo Odebrecht, da empreiteira que leva seu nome, e Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS. Os dois executivos repassaram cerca de R$ 3 milhões a Lula sob a forma de reformas, ampliações e melhorias no sítio de Atibaia, incluindo ai uma cozinha planejada, a ampliação da lagoa do sítio e a construção de uma adega para armazenar o conteúdo de dois caminhões refrigerados que Lula trouxe de Brasília repletos de bebidas.
A terceira frente de investigação está relacionada com a autuação do Instituto Lula esta semana. A entidade que leva o nome do ex-presidente foi multada em cerca de R$ 2 milhões por desvio de finalidade. A principal irregularidade identificada nas auditorias realizadas pela Receita Federal foi o pagamento de R$ 1,3 milhão, nos anos de 2013 e 2014, para a empresa G4 Entretenimento, que pertence a Fábio Luís, filho do ex-presidente; e a Fernando Bittar, dono do sítio de Atibaia.
As investigações convergem para uma conclusão bastante elementar: Lula recebeu propinas através de seu Instituto e repassou o dinheiro aos possíveis laranjas para que pudessem comprar a propriedade em Atibaia.
Ao que tudo indica, o Ministério Público no Paraná já possui um vasto arsenal probatório para oferecer a denúncia contra Lula. A homologação do acordo de delação da Odebrecht, previsto para fevereiro, pode ser o último fator a ser confirmado, antes do oferecimento da sexta denúncia criminal contra o petista.

13 de fev de 2017

PRESIDENTE TEMER, O POVO QUER O PT FORA DOS FUNDOS DE PENSAO

A 'BOQUINHA' PARA VIÚVAS DE LULA E JANETEImage result for Foto de todos os mensaleiros e petroleiros



O Antagonista apurou que pelo menos 19 conselheiros indicados pela Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), para ocupar um assento em órgãos de governança das empresas com participação do fundo, são ligados aos antigos governos petistas.
Eles participam de uma reunião por mês e ganham, por isso, entre R$ 5 mil e R$ 50 mil.
Na lista, há filiados ao PT e até investigados pelos rombos em fundos de pensão:
Ambev - Paulo Assunção de Souza, ex-representante dos funcionários no Conselho de Administração do Banco do Brasil;
BRF - Renato Proença Lopes, diretor de participações da Previ;
Embraer - Cecília Mendes Garcez Siqueira, ex-diretora administrativa da Previ;
Frasle - Adézio de Almeida Lima, ex-vice-presidente de crédito do BB;
Gerdau - Hayton Jurema da Rocha, ex-diretor de marketing e comunicação do BB;
Itausa - José Maria Rabelo, ex-diretor-superintendente da Previc;
Jereissati Part. - Arlindo Magno, ex-diretor da Previ;
Kepler Weber - Sérgio Ricardo da Silva Rosa, ex-presidente da Previ;
Neonergia Cosern - Roberto Francisco Casagrande Herdeiro, ex-diretor de Investimentos da BB Previdência;
Neoenergia - José Alípio dos Santos, ex-diretor do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre;
Neoenergia - Maria das Graças Conceição Machado Costa, ex-diretora de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi;
Neoenergia - Aires Hypolito, ex-diretor do BB;
Paranapanema - Luiz Carlos Siqueira Aguiar, ex-diretor de Investimentos da Previ;
Rumo Logística - Joilson Rodrigues Ferreira, ex-diretor de Participações da Previ;
Sauipe - Odali Dias Cardoso, ex-presidente do Conselho Fiscal da Previ;
Tupy - Francisco Cláudio Duda, ex-diretor de Mercado de Capitais e Investimentos do BB;
Vale - Marcel Juviniano Barros, ex-diretor de Seguridade da Previ;
Vale - Robson Rocha, ex-vice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável do BB;
Vale - Dan Antônio Marinho Conrado, ex-vice-presidente de Varejo, Distribuição e Operações do BB.

12 de fev de 2017

MORO, O MAIOR ESTRATEGISTA QUANDO TRATA COM CORRUPTOS


A decisão de manter Eduardo Cunha preso deve ter consequências significativas para o futuro do governo Temer, da Câmara e da própria Lava Jato

DIEGO ESCOSTEGUY
O Juiz federal Sérgio Moro (Foto: Paulo Lopes/Futura Press/Folhapress)


O juiz Sergio Moro acaba de emparedar, silenciosamente, aqueles em Brasília que fazem de tudo para soltar Eduardo Cunha. Moro não negou somente o habeas corpus impetrado pelos advogados de Cunha. Juridicamente, essa decisão era esperada. O juiz foi além. Aproveitou a decisão, a mais relevante que tomou nos últimos meses, para fazer a defesa mais enfática, desde o começo da Lava Jato, sobre a necessidade das prisões preventivas. E defendeu o uso das prisões preventivas invocando, especialmente, as decisões de Teori Zavascki que mantiveram Cunha na cadeia.
O nó estratégico de Moro atinge diretamente os ministros do Supremo, que deverão julgar na próxima semana se soltam ou não Cunha. O nó: para revogar a prisão de Cunha, os ministros agora terão de, além de mudar o entendimento do Tribunal para o assunto, ir contra decisões de Teori exatamente contra o peemedebista. Nesse cenário, votarão, perante a opinião pública, contra um ministro cuja morte comoveu o país e em favor de um político odiado por boa parte dela.
O ex-presidente da Câmara e deputado cassado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na operação Lava Jato (Foto:   Paulo Lisboa/Brazil Photo Press / Agência O Globo)
Os argumentos de Moro:
• No caso de Cunha: nada mudou, e os fatos que embasaram a preventiva (garantir a ordem pública, sobretudo) não só permanecem como foram reforçados pela atuação belicosa do ex-deputado no processo. Moro relembra que a segunda instância manteve a prisão de Cunha, no que foi seguida pelo ministro Félix Fischer, do STJ, e, no STF, por Teori – duas vezes. A frase que enquadrou o STF: “O eminente ministro Teori Zavascki teve não uma, mas duas oportunidades para cassar a prisão preventiva decretada por este juízo, e não o fez”. Moro disse ainda que “não trairá o legado” de Teori. Donde, quem revogar a prisão fará exatamente isto: trair o legado de Teori.
• Nos demais casos rumorosos da Lava Jato, como o de Paulo Roberto Costa e o de Marcelo Odebrecht: foram as preventivas que encerraram as “carreiras criminais” dos investigados – sempre sob a égide de garantir a ordem pública, entre outros fundamentos. Ou seja, sem preventivas, não haveria Lava Jato.
O trecho mais importante do despacho: “Em todos esses casos, o desmantelamento da atividade criminal e a interrupção do ciclo delitivo, protegendo outros indívidos, a sociedade brasileira e os cofres públicos de novos crimes, só foi possível com a prisão preventiva e que teve suporte de todas as instâncias do Poder Judiciário brasileiro. Assim não fosse, é provável que ainda estaria Paulo Roberto Costa recebendo propina e na posse de seus ativos no exterior, quiçá deslocados para outro país, Alberto Youssef ainda estaria lavando dinheiro de propina em contratos públicos e a entregando a agentes políticos, e o Clube das Empreiteiras e o Departamento da Propina ainda estariam em plena atividade” .
Os números que interessam:
• Há  sete presos provisórios sem julgamento na Lava Jato.
• Foram 79 prisões preventivas nos três anos de Operação. Um número baixo, em comparação com o trabalho cotidiano das varas criminais. E infinitamente distante das cerca de 800 prisões da Operação Mãos Limpas, na Itália.
O que está por trás das críticas às prisões preventivas, segundo Moro, é o “lamentável entendimento de que há pessoas acima da lei”. Moro: “A questão real – e é necessário ser franco sobre isso – não é a quantidade, mas a qualidade das prisões, mas propriamente a qualidade dos presos provisórios. O problema não são as setenta e nove prisões ou os atualmente sete presos sem julgamento, mas sim que se tratam de presos ilustres, por exemplo, um dirigente de empreiteira, um ex-ministro da Fazenda, um ex-governador de estado, e, no presente caso, um ex-presidente da Câmara dos Deputados”. O juiz leva o raciocínio à etapa seguinte. “As críticas às prisões preventivas refletem, no fundo, o lamentável entendimento de que há pessoas acima da lei e que ainda vivemos em uma sociedade de castas, distante de nós a igualdade republicana”, disse.
A reação de Moro ao que percebeu serem ameaças de Cunha: além de manter a prisão do ex-deputado, comprometeu-se a redobrar o empenho. Foi explícito e claro. “Revogar a preventiva de Eduardo Cosentino da Cunha poderia ser interpretada erroneamente como representando a capitulação deste Juízo a alguma espécie de pressão política a qual teria sofrido em decorrência do referido episódio”. Quem tentou falar grosso com Moro até agora, como Marcelo Odebrecht e Lula, deu-se mal. Cunha, ao que tudo indica, apostou na estratégia errada.
O jeito Moro de dar um xeque até no presidente Michel Temer: o juiz relembrou o caso das perguntas que Cunha queria fazer a Temer durante o processo –  e que haviam sido vetadas por Moro. Eram, e qualquer um via isso, um recado ameaçador de Cunha ao presidente. O próprio juiz observou agora que “tais quesitos (perguntas), absolutamente estranhos ao objeto da ação penal, tinham por motivo óbvio constranger o Exmo. Sr. Presidente da República e provavelmente buscavam com isso provocar alguma espécie intervenção indevida da parte dele em favor do preso”. O subtexto é claro: Moro usou as armas de Cunha contra Temer para alertar o presidente de que Curitiba está atenta à possível articulação, em Brasília, para livrar o ex-deputado. O juiz escreveu textualmente que Cunha tentou intimidar o presidente da República. Citar esse episódio pode parecer uma defesa do presidente. É, na verdade, uma defesa da Lava Jato.
O que está em jogo:
• A estabilidade do governo Temer. Quanto mais tempo Cunha ficar preso, maior a chance de insistir numa delação premiada. Uma delação dele, combinada à do operador Lúcio Funaro, parceiro de Cunha, teria potencial para fulminar o primeiro escalão do governo.
• A estabilidade da Câmara. A delação de Cunha, a depender da extensão, também atingiria deputados influentes.
• A estabilidade da Lava Jato. Se o Supremo ignorar o nó de Moro e reverter o entendimento sobre as prisões preventivas, estejam os ministros certos ou errados, a operação será manietada.
A contagem regressiva: Moro sentenciará Cunha até o fim de março. Caso o ex-deputado não seja solto pelo STF e acabe condenado em Curitiba, não restará a ele outra opção. É delação – ou cadeia por muitos, muitos anos, talvez para a família dele também.

11 de fev de 2017

PRENDER CRIMINOSOS CONFLITA COM QUAL JURISPRUDENCIA DR. MENDES?


Dr. Sergio Moro - Lava-Jato

Dr. Gilmar Mendes  STF e STE
O ministro Gilmar Mendes vem fazendo tomando uma série de atitudes questionáveis nos últimos anos, especialmente quando o assunto é a Lava Jato. A última do ministro foi um ataque direto as prisões preventivas realizadas por Moro:
“temos um encontro marcado com as alongadas prisões que se determinam em Curitiba. Temos que nos posicionar sobre esse tema, que conflita com a jurisprudência que construímos ao longo desses anos”. Disse Mendes durante julgamento no Supremo realizado na última terça-feira.
A resposta de Sérgio Moro veio hoje, com toda força do juiz mais respeitado do Brasil:
“Se a firmeza que a dimensão dos crimes descobertos reclama não vier do Judiciário, que tem o dever de zelar pelo respeito às leis, não virá de nenhum outro lugar” 

9 de fev de 2017

NAO E COERENTE TRAIR SUAS PROMESSAS PRESIDENTE MICHEL TEMER


Bela atitude da juíza Regina Coeli Formisano, da 6º Vara Federal do Rio, anulando a nomeacao de um cidadao indiciado na Lava-Jato, dizendo: “Peço, humildemente perdão ao Presidente Temer pela insurgência, mas por pura lealdade as suas lições de Direito Constitucional. Perdoe-me por ser fiel aos seus ensinamentos ainda gravados na minha memória, mas também nos livros que editou e nos quais estudei. Não só aprendi com elas, mas, também acreditei nelas e essa é a verdadeira forma de aprendizado”.
Em seguida, Regina compara a atual situação ao que fez a ex-presidente Dilma Rousseff ao nomear Lula como ministro.
“Por outro lado, também não se afigura coerente, que suas promessas ao assumir o mais alto posto da Republica sejam traídas, exatamente por quem as lançou no rol de esperança dos brasileiros, que hoje encontram-se indignados e perplexos ao ver o seu Presidente, adotar a mesma postura da ex-Presidente impedida e que pretendia também, blindar o ex-presidente Luiz Ignácio Lula da Silva”, diz a juíza.
Que belo puxao de orelhas, nao? Assim e que se conhece a honradez de um ser humano digno. (grifo meu)
http://juntospelobrasil.com/moreira-franco-toma-outra-licao-da-justica-nada-de-foro-privilegiado/

8 de fev de 2017

QUE VERGONHA DR. KALIL, ENLAMEOU SEU NOME, SABIA?



Um belo desabafo anonimo e impotente de um medico e que esta sendo veiculado pela ORDEM DOS MEDICOS DO BRASIL mas que so falou verdades e verdades nuas, para um ato cruel de um dos mais conceituados medicos do Brasil, o Dr.Kalil que sempre foi medico da familia "silva" e que portanto nem merece assim tanto prestigio se nao fora o dinheiro que recebe dessa familia de corruptos e que tem seu salario pago pelas propinas de empreiteiras da Petrobras, que serviu e serve para deixar o povo totalmente fora dos beneficios da boa saude e do atendimento medico do SUS que e lamentavel, sob todos os pontos de vista. E penal que um medico com tantas qualidades use todo o potencial para atender as insanidades de um "luiz inacio da silva", sem ter a coragem de dizer: NINGUEM VAI ME FAZER DEMITIR UMA MEDICA QUE FAZ O SEU TRABALHO BEM FEITO SO POR UMA BOBAGEM COMO DIVULGAR ALGO QUE JA TINHA SIDO MOSTRADO NOS QUATRO CANTOS DO FACEBOOK por Claudio Tognoli. Infelizmente foi SERVICAL de "lula" e demitiu uma inocente. Que vergonha, Dr. Kalil, enlameou o seu nome, sabia?
Muito bom.... Aos poucos o povo vai saber de toda a organização criminosa e de todos os envolvidos!
Prezado Dr. Roberto Kalil,
O senhor não me conhece, trabalho nos confins do Brasil, não sou conhecido por ninguém e passei (e passo) toda minha vida atendendo gente pobre. Para desespero da Organização Criminosa, não sou petista. O senhor, por outro lado, é um dos médicos mais famosos do Brasil: tem dinheiro, está cheio de pacientes, casou-se com uma colega e fez a festa no restaurante mais caro de São Paulo. Atende a nata da classe mais corrupta do nosso País – os políticos.Escrevo para perguntar o seguinte:
- Por que? Qual o motivo para o senhor vir a público ajudar a destruir a vida de mais uma colega? Uma médica que, com 31 anos de idade, estava começando na vida profissional.
O senhor sabe que os médicos trabalham sem segurança, sem equipamentos, sem meios de diagnóstico...Trabalham humilhados por profissionais que (para desgosto das verdadeiras enfermeiras do Brasil) se dizem ‘enfermeiras’ e nada mais são do que militantes petistas fanáticas.
Os médicos tem seus salários atrasados, apanham dos pacientes, foram apresentados à população brasileira como bandidos por Dilma Rousseff...
O senhor sabe que a tomografia de Marisa Letícia já estava na internet, sabe que ela foi feita em São Bernardo do Campo; não no Sírio Libanês...O senhor sabe que Marisa chegou praticamente morta no ‘seu’ hospital…
Por que, pergunto eu, o senhor veio a público dar razão para gente do nível moral de Cláudia Collucci? Uma recalcada...uma infeliz da Folha de São Paulo que, fazendo o serviço sujo do PT, vinga-se do fato de jamais ter conseguido ser médica...
Por que o senhor ajudou a destruir a vida de Gabriela Munhoz, doutor? É mais fama que o senhor precisa? O senhor já não é famoso o suficiente?
Pergunto o seguinte: mesmo tendo poder de demitir a colega sem precisar dar explicações a ninguém, o senhor não podia esperar? Não podia manter Gabriela nos quadros do Hospital e responder: ‘vamos aguardar o que diz o CREMESP?’
O senhor acredita que os demais médicos do Brasil pensam que o senhor fez o que fez em defesa da ‘ética e do Juramento de Hipócrates ?’
O senhor, a UNIMED São Roque, foram cobrados por uma Organização Criminosa disfarçada de Partido Político e resolveram, para ficar bem com ela, entregar a imagem de mais dois colegas (Gabriela e Richam) aos patifes, a estes verdadeiros vermes petistas da Imprensa do Brasil !
O senhor sabe que o whatsapp de Gabriela foi invadido por gente do PT, o senhor sabe que foi a privacidade das comunicações DELA, não de Marisa Letícia, que foi violada…
O que move o senhor a fazer esse tipo de coisa, Dr. Kalil? Dinheiro e fama o senhor já tem!
O senhor já parou para pensar na imagem que passa a ter agora entre os seus colegas? A imagem entre os verdadeiros médicos brasileiros?
A imprensa brasileira apresentou Gabriela como médica que colocou na internet (é diferente de compartilhar) os exames de Marisa Letícia. O senhor sabe que as imagens partiram do jornalista Cláudio Tognolli: por que o senhor apresentou Gabriela como a fonte primária de tudo? O senhor tem a prova?
O senhor sabe que Gabriela NÃO foi médica de Marisa Letícia, que não lhe prestou atendimento...Por que está dizendo que houve “quebra de sigilo”?
E os demais médicos do Brasil, Dr.Kalil, seus colegas que também compartilharam a tomografia? Eles também devem ser processados e punidos como o senhor quer? Eu mereço ser punido por ter a ‘audácia’ de lhe escrever esta carta, Dr.Kalil?
A imagem profissional da Gabriela está destruída...O senhor saiu como ‘herói’... (por enquanto)
Mas o mundo gira, Dr. Kalil, nada como um dia depois do outro…
Um médico desconhecido